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Papo de Bambas

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batucada

 

O Samba, esse senhor centenário mas de alma e coração de garoto, merece ser reverenciado de todas as maneiras. E por aqui no nosso Papo de Bambas não é diferente: ele aparece nos maravilhosos traços do artista visual Glen Batoca (Samba Traçado); vai direto ao ponto crucial da questão nos artigos do jornalista/escritor/músico Marcos Araújo (Samba na Veia); vem fresquinho dos estúdios e das rodas de samba pelas mãos do músico Marcus do Cavaco (Direto do Forno); surge despido de conceitos (pré ou não), de leis convencionais ou de aspectos corporais (porque pra nós o que importa é o que vem da alma e do coração) pelo olhar glamouroso da destaque de carnaval/transformista/escritora Samile Cunha (Transconexões); mostra o lado carioca dos artistas que compõem esse universo, fora das quadras e da Avenida, nos textos da jornalista/escritora Celamar Maione (O Rio dá Samba); e surge garboso e soberano direto das ruas, dos botecos mais charmosos da cidade e dos blocos de rua conduzido pela ‘porta-estandarte’ do assunto: a jornalista/assessora de imprensa Pitty Basilio.

 

 

Nossos colunistas são pessoas que vivem e respiram os temas que escrevem. E amam o que fazem em suas profissões (e fora delas também!). Reuni-los por aqui, pra mim, é mais do que uma honra: é agradecer por ter um dia cruzado com eles no meu caminho do Samba; abraçar por agora tê-los na minha casa, que agora é igualmente deles (e de vocês também!); e comemorar por ter um espaço cheio de gente bamba!

 

 

E tem mais! Espia só…

 

 

“O Samba é meu dom / É no Samba que eu vivo / Do Samba que eu ganho o meu pão / E é no Samba que eu quero morrer / De baqueta na mão / Pois quem é de Samba / Meu nome não esquece mais não…”

 

 

Esse Samba, de Paulo César Pinheiro e Wilson das Neves, é daqueles que fazem um Sambista de fato estufar o peito pra cantar em plenos pulmões, tamanho o orgulho de quem vive nas rodas, nas quadras, nas ruas e onde quer que haja uma boa batucada. E a inspiração do nome – e do conteúdo – da nossa seção pra receber ilustres convidados veio dessa linda composição: O Samba é o meu Dom.

 

 

Há os que compõem, os que cantam, os que tocam, os que produzem shows, os que divulgam, os que escrevem sobre o gênero… É tanta gente boa envolvida, e melhor ainda no que fazem, que criei esse espaço pra compartilhar as mais variadas histórias que todos que passarem por aqui têm pra contar; uma galera que também tem o dom do Samba. E podem ter certeza: só vai dar gente boa! E bamba…  Então, um viva ao Samba e aos seus intrépidos defensores!

 

 

A roda está formada, o bloco está na rua, o barracão está tinindo e o nosso desfile de informações já começou. Agora é com vocês! Da nossa concentração até a Praça da Apoteose, passando pelas quadras, botecos, esquinas, palcos, teatros… apreciem tudo sem moderação!

 

 

Denise Carla

Diretora de Conteúdo 

 

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